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Superlógica foca na experiência do usuário para alavancar negócios

Ana Clara Tonocchi
Escrito por Ana Clara Tonocchi em 20 de setembro de 2021
5 min de leitura
Superlógica foca na experiência do usuário para alavancar negócios
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No dia 15 de setembro, foi comemorado o Dia do Cliente, uma data que oferece grandes oportunidades de negócio para as empresas. Mas, para a Superlógica, tanto a data quanto a própria palavra ‘cliente’ têm um significado diferente. 

Superlógica
Ronaldo de Andrade, consultor executivo e Luis Paulo Pereira, product manager da Superlógica.

Eles entenderam, afinal, que a fórmula do sucesso consiste em entender que, somente com o crescimento simultâneo de todo o ecossistema o mercado pode se fortalecer. Por isso, ela se coloca como a principal parceira nacional das imobiliárias espalhadas pelo Brasil. Assim, elas podem crescer e, com capilaridade e entendimento do mercado local, conseguem ter maior competitividade e eficiência. 

Para celebrar a data, convidamos Luis Paulo Pereira, product manager, e Ronaldo de Andrade, consultor executivo da Superlógica, para contar como foi a mudança de chave do grupo e como o cliente – sempre ele – deve estar no centro do negócio.

Imobi Report: Qual a história de vocês na Superlógica?

Luis Paulo Pereira: Eu tenho 10 anos de Superlógica e, quando entrei, a empresa já tinha 10 anos. Na época, nosso principal software era de gestão de condomínios, além de um sistema de gestão financeira. Em 2011, a chave da Superlógica começou a virar e os sócios se preocuparam em explorar diferentes negócios. Eu e meu colega, Ademilson, assumimos o novo braço para atender o mercado imobiliário. Nosso software de imobiliárias está presente em mais de 1300 empresas. O Grupo Superlógica passou de 50 funcionários para quase 800. No meio desse caminho, vieram outros empreendedores, e estamos montando um corpo executivo super legal e robusto. 

Ronaldo de Andrade: Eu fui fundador de uma empresa de software no Rio de Janeiro, que há 38 anos atua no mercado de tecnologia de gestão de condomínios e locações de imóveis. Há dois anos, fizemos a primeira parceria com a Superlógica e há um ano fizemos a fusão das empresas. Estamos somando esforços para tornar nossos serviços cada vez mais relevantes para o mercado de imobiliárias e condomínios.

Imobi: O que levou a Superlógica a buscar parceiros?

LP: A parte administrativa de imobiliárias é muito complexa. Estamos falando de tributação, pagamento, recebimento, Receita Federal… Trazer pessoas que estão no mercado há muito tempo é essencial para amadurecer nosso software e alinhar com as demandas do mercado. Entramos no mercado imobiliário há cerca de 8 anos. E, entre nossos clientes, temos empresas com mais de 30 anos de estrada. Por isso, entendemos rapidamente a necessidade de ouvir nosso cliente e compartilhar, já que não fazemos nada sozinhos. Quando começamos no setor, assumimos o desafio de criar uma plataforma financeira, mas percebemos que, muitas vezes, a parte comercial da imobiliária vem antes. Ou seja, não adianta oferecer um software financeiro quando, antes, as imobiliárias precisam ser atendidas de ponta a ponta. Isso nos motivou e nos motiva a oferecer novos serviços, sempre colaborando com a aceleração do setor.

Ronaldo: O que nos motivou a fazer a fusão com a Superlógica foi que, nos últimos anos, começamos a olhar os nossos concorrentes como parceiros. O surgimento de grandes players e plataformas que vêm acompanhadas de capital e tecnologia, fez com que entendêssemos que, juntos, temos entregas ainda melhores. E essa é nossa postura com os clientes: trabalhamos para empoderar as empresas. Tudo que criamos é visando apoiar as empresas para atender melhor seus clientes. O nosso posicionamento hoje é dar mais condições para as imobiliárias concorrerem com os gigantes. Não queremos criar plataformas para concorrer com nossos clientes, queremos trazer melhores condições, mais eficiência, segurança nos processos e operações.

Imobi: Como o digital apoia e melhora a jornada do consumidor?

LP: Hoje, a gente fala muito em digitalização, mas, na minha opinião, isso é uma etapa que muitas imobiliárias já poderiam ter superado. Se comparamos o processo de locação entre novos players e imobiliárias tradicionais, vemos que é o mesmo, mas mais fluido por conta da jornada digital. A digitalização escala o processo e, ao mesmo tempo, traz para o cliente uma experiência diferente, melhor e mais rápida, seja para comprar ou alugar.

Gosto muito do conceito de “figital”, físico e digital. E o mercado imobiliário tem que ter esse conceito na ponta da língua: a jornada de escolher onde morar deve acontecer em um ambiente digital, mas também acontecer no físico. A tecnologia apoia o cliente para que ele seja atendido onde, como e quando ele se sentir mais confortável.

Ronaldo: Vale lembrar que o conceito de digital é meio subjetivo: uma planilha no Excel é virtual, mas não faz parte de uma empresa digital. A transformação digital envolve cultura, mudar processos na empresa. Não é só ter um software novo que te faz digital. 

Uma das grandes sacadas das grandes plataformas, além de digitalizar o processo, foi olhar para o locatário como cliente, não só o locador. A partir do momento que ele é enxergado como foco, há um volume maior de imóveis sendo alugados, resultando em liquidez para o proprietário.

Imobi: É a nova geração trazendo a economia compartilhada para o mercado imobiliário.

LP: Exatamente. A nova geração já busca tecnologia como suporte para tendências disruptivas. Como, por exemplo, empresas que oferecem aluguel por assinatura. Sem apego material, o jovem mora em qualquer lugar e aí os paradigmas de morar começam a ser quebrados.

Se você traz para a realidade atual, por exemplo, as construtoras já enxergam que podem atender de ponta a ponta: podem construir, administrar e alugar. Há exemplos como MRV e Cyrela, que já estão montando seus próprios ecossistemas.

Ronaldo: O legal é que tudo isso converge na área da experiência. O consumidor não se contenta com pouco. Vou contar uma vivência pessoal: praticamente todas as vezes que me hospedei em um Airbnb, fui recebido com um token. Um vinho, um chocolate local ou um onboarding da região com dicas de passeio. Tem mais figital do que isso? Tive toda a jornada pré-locação online, mas aí tenho experiências positivas presencialmente.

Podemos trazer esse olhar de experiência para o mercado imobiliário. Entregar chave é a coisa mais fria do mundo. Por que não entregar um mimo? Um carinho, demonstrar o humano? É o que vai equilibrar com a experiência digital que você ofereceu antes. É preciso uma etapa muito forte de facilidade para o cliente final, mas isso não é tudo. 

Imobi: Foi pensando na experiência do consumidor que a Superlógica virou a chave de B2B para B2B2C?

LP: Por muito tempo, a Superlógica focou no B2B. Todos os nossos serviços tinham as empresas como foco. Mas entendemos que nem sempre as empresas conseguem repassar as facilidades da nossa entrega para o cliente final. Muita coisa legal que fazíamos para o cliente ter uma boa experiência acabava não chegando nele.

Há três anos, começamos a ajustar nosso olhar para o negócio B2B2C. Olhando para o cliente dele e proporcionando uma boa experiência, podemos melhorar a nossa entrega e trazer mais fontes de receita para o nosso cliente.

Ronaldo: Exatamente. As imobiliárias e condomínios têm um cliente mais exigente, mas não conseguem rentabilizar em cima da taxa de administração. Porém, são empresas com um potencial enorme, que têm muitos serviços para explorar. Se com o nosso apoio conseguirmos fazer com que a imobiliária ofereça serviços diferenciados, o resultado vai ser uma melhor experiência. Mais resultado, maior rentabilidade e, inclusive, fidelização do cliente.

Imobi: Como é essa relação de parceria com imobiliárias?

LP: Cada dia mais, a tecnologia faz parte da rotina. Assim, coisas que antes demandavam a nossa atenção, hoje são automatizadas. Isso já chegou no business. O que as empresas precisam entender é que a transformação digital não é mais uma tendência, ela já está estabelecida. Estamos na era da experiência e do compartilhamento, o que, para mim, é o que realmente vai fazer as coisas mudarem no mercado.

Como empresa, hoje, deixo a tecnologia resolver burocracias enquanto foco no relacionamento e em alimentar o meu negócio. Preciso compartilhar mais e atender muito melhor. Essa é nossa proposta para imobiliárias: resolver burocracias com uso de tecnologia, para que elas tenham tempo para desenvolver relacionamento com clientes. Assim, geram mais liquidez, criam marcas de alta fidelidade e alavancam seus negócios.

Ronaldo: O que a gente procura fazer é subsidiar a imobiliária com commodity. Ninguém vai perder um cliente porque um boleto é mais bonito ou mais feio. Mas a operação financeira é uma grande commodity, que pode oferecer riscos quando mal feita. O que fazemos é prover a empresa com tudo aquilo que ela não precisa ter de expertise para montar um ecossistema inteiro junto aos clientes, e poder focar a energia no seu diferencial: o contato com o cliente.
Essa é nossa proposta: fornecer o que há de mais novo no mercado da tecnologia, com eficiência, para a imobiliária poder oferecer produtos agregados e a melhor experiência aos seus clientes. Assim, ela se concentra no que vai fazer para criar o seu diferencial.

Conheça melhor o trabalho da Superlógica para alavancar o mercado imobiliário e promover mais competitividade e eficiência para imobiliárias clicando aqui.

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