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Setor imobiliário está inovando na gestão de conflitos e já economizou mais de R$ 200 milhões com arbitragem digital
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Setor imobiliário está inovando na gestão de conflitos e já economizou mais de R$ 200 milhões com arbitragem digital

15 dez 2025
Katsuren Machado
Katsuren Machado
4 min
Setor imobiliário está inovando na gestão de conflitos e já economizou mais de R$ 200 milhões com arbitragem digital
Katsuren Machado, Head de Negócios e Parcerias da Arbitralis.

Mesmo em um cenário de juros elevados, o setor imobiliário manteve um ritmo de crescimento acima das expectativas em 2025. Lançamentos aumentaram, novos modelos de moradia ganharam espaço e a digitalização deixou de ser tendência para se tornar realidade operacional. Tudo indica que, com a desaceleração da inflação e a esperada redução do custo do crédito, o setor tende a se consolidar como um dos grandes motores da economia nos próximos ciclos.

Mas há um ponto pouco discutido quando falamos desse crescimento: o custo invisível dos conflitos.

Cada novo lançamento, cada novo contrato, cada nova relação comercial amplia também a complexidade jurídica do setor. E crescer sem repensar a forma como esses conflitos são geridos significa comprometer margem, reputação e eficiência.

É exatamente nesse contexto que o mercado imobiliário está inovando.

Crescer sem travar: o novo desafio do setor imobiliário

O setor está mudando rapidamente. Novas linhas de crédito ampliam o acesso da classe média, construções sustentáveis passam a ser critério de decisão e modelos como flex living, coliving e empreendimentos multipropósito se consolidam. Paralelamente, a digitalização impulsionada pelas proptechs redefine toda a jornada do cliente.

Esse movimento gera escala, mas também gera atrito.

Distratos, inadimplência, conflitos entre proprietários, inquilinos, incorporadoras, administradoras e condomínios não são exceção  são parte estrutural da operação. A diferença entre empresas maduras e empresas vulneráveis está em como esses conflitos são tratados.

Durante muito tempo, o mercado encarou o conflito como um problema jurídico isolado. Hoje, as empresas mais estratégicas entendem que ele é um tema de negócio, com impacto direto em caixa, experiência do cliente e valor da marca.

A virada de chave: da judicialização para a inteligência de conflitos

O modelo tradicional de judicialização mostrou seus limites. Processos longos, imprevisíveis, caros e emocionalmente desgastantes criam um efeito colateral perigoso: o conflito se prolonga, contamina a relação com o cliente e gera custos que raramente aparecem de forma clara no DRE.

Nos últimos anos, o setor imobiliário passou a buscar alternativas mais eficientes e encontrou na arbitragem digital um caminho concreto.

Na Arbitralis, câmara de arbitragem 100% digital especializada em conflitos massificados, os números mostram essa mudança de mentalidade: mais de R$ 200 milhões economizados por empresas do setor ao substituir o litígio judicial por um modelo mais rápido, previsível e escalável de resolução de conflitos.

Não se trata apenas de resolver disputas. Trata-se de desenhar um modelo de gestão que reduz atrito, aumenta previsibilidade e protege a relação com o cliente, mesmo em situações sensíveis.

Arbitragem como alavanca de eficiência e experiência

A inovação na gestão de conflitos não é apenas jurídica, é operacional, financeira e estratégica.

Ao adotar a arbitragem digital, empresas imobiliárias conseguem:

  • Reduzir drasticamente o tempo de resolução dos conflitos
  • Trabalhar com custos previsíveis e controlados
  • Evitar passivos judiciais de longo prazo
  • Preservar a experiência do cliente em momentos críticos
  • Escalar a resolução de disputas sem escalar estrutura jurídica

Esse ponto é especialmente relevante em um mercado que cresce em volume e complexidade. Quanto maior a operação, maior o risco de que o conflito se torne um gargalo silencioso.

Empresas que crescem sem repensar sua estratégia de resolução de conflitos estão, na prática, acumulando um passivo invisível. O que vemos hoje é uma mudança clara: o conflito passa a ser tratado como parte da jornada do cliente.

O conflito também faz parte da jornada do cliente

No mercado imobiliário, o conflito costuma surgir em momentos de fragilidade: dificuldades financeiras, rescisões contratuais, atrasos, disputas condominiais. A forma como a empresa responde nesses momentos define muito mais do que o desfecho jurídico, mas confiança, reputação e retenção.

A arbitragem digital permite criar fluxos mais humanos, claros e acessíveis, sem abrir mão da segurança jurídica. Para o cliente, isso significa menos desgaste. Para a empresa, significa eficiência sem perder relacionamento.

Essa lógica dialoga diretamente com a transformação que o setor já vive em outras frentes: digitalização, foco em experiência, uso de dados e eficiência operacional.

Quem se prepara agora sai na frente

Se o mercado imobiliário acelerar nos próximos anos, a maturidade na gestão de conflitos será um diferencial competitivo cada vez mais relevante. Empresas que incorporam desde já modelos mais inteligentes de resolução não apenas reduzem custos, mas se posicionam melhor para crescer com sustentabilidade.

A arbitragem deixou de ser uma alternativa pontual. Ela passou a ser uma decisão estratégica para empresas que querem escalar de forma inteligente.

O setor imobiliário está crescendo. A pergunta que fica é: como esse crescimento será sustentado?

*Esse conteúdo é patrocinado por Arbitralis.

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